Compositor: Não Disponível
Próximo do mar, para onde os navios vagam
Sento-me para as apreciar
As ondas sonoras, como trompetes
Eu posso ver o rio do tempo
Silenciosamente, um homem está na praia
A visão do azul e um vasto além
Sozinho, solitário, como se fascinada
Carregando a arma depois que ele relutantemente
ele tem medo de sua cabeça disparar
fluem para o mar
Quer se sentir como eles não existissem
Como é que podem superar a depressão
Será que a sua vida sera enterrada na areia
Será que ela quer esquecer a velhice
Irá flutuar para baixo, com ondas
Mover-se com as marés só
Suas ondas, maçantes, ondas de negro
Diga-lhes que quando o seu ainda era são
No riacho são atraídos para o vale
E, finalmente, aprendeu a ser um rio
O homem cai de joelhos na praia
A última chamada para ajudar? Agora ou nunca?
Neste dia, ele chega ao fim
Um dia na monotonia maçante
Ele dá uma última vez as mãos
Mas eu também vejo-o tangível
Vejo-o lentamente perecer
Sua rotação afunda pela chão
Suas ondas, maçantes, ondas de negro
Diga-lhes que quando o seu ainda era são
No riacho são atraídos para o vale
E, finalmente, aprendeu a ser um rio
Próximo do mar, para onde os navios de vagam
Sento-me para as apreciar
As ondas sonoras, como trompetes
Eu o vejo lá, deslizando para baixo ...